domingo, 6 de setembro de 2009

A Órfã

Cá estou depois da gripe suína me atacar e quase me derrubar. Fui ao cinema depois de um mês e meio afastada de lá, por conta da gripe suína. Fui ver a órfã.

O filme, chamado de terror é até bem fraquinho quando o quesito é o terror em si. Eu diria que ele é mais um suspense. E, ainda estou procurando os motivos para a classificação de 18 anos, afinal, não vi nada fora do normal fora a cena da cozinha, onde o casal resolver dar uma rapidinha, com a casa cheia de crianças. Para quem tem um apenas, sabe que isso é quase impossível de se fazer no quarto que dirá sobre a bancada, mas tudo bem, é filme.
Mas não é nada demais, as novelas da globo e o Domingo Legal do SBT mostram muito mais do que o filme inteiro mostrou, então, eu colocaria a classificação em 14 anos por aí.

Depois você entra no filme tendo certeza de que a garota não tem a idade que aparenta ter, claro, você imagina mil e uma suposições, como por exemplo, ela ser uma força demoniaca ou algo assim.

E a mulher, sempre leva a culpa por conta do descontrole, e o marido, nunca acredita na mulher. Eu juro que quando chegou nessa parte, onde ele defende a garota, eu tive certeza de estar sofrendo um dejá vu. Foi a cópia perfeita de um filme da década de 90, ou seja, o filme chega a ser patético. E o cúmulo foi ver a garota conseguir (tentar) matar o garoto no CTI sem ninguém ver a garota.

Enfim, se você gosta de filmes de terror, se prepare, o filme é bem morno nesse sentido. Dá para ter uns sustos, mais pela trilha sonora impecável, do que pelaação mesma. Se alguém tiver medo de susto ou tiver problemas cardiacos, podem ir pois dá para dar umas boas gargalhadas.

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